O Fluminense refletiu, debateu e chegou ao nome de consenso para dirigir a equipe em 2019: Fernando Diniz.


O que une a diretoria é que o profissional se encaixa no ideal proposto pelo clube tricolor, que é formado pelos conceitos de “intensidade de trabalho, debate de ideias e variação tática”.


Sem confirmar que o ex-treinador do Atlético-PR está no topo da lista dos favoritos, Paulo Angioni, diretor executivo de futebol do clube, indicou que o acerto está próximo.


“Quero resolver o mais rapidamente possível. Algumas coisas estão paradas, preciso ouvir o treinador. Não é uma tarefa tão fácil. O Diniz está num leque de treinadores. A questão não se resume a salário. Estou me aproximando daquele que é mais próximo à nossa realidade e tem entendimento de metas”, disse.


O profissional afirmou que o Flu ainda age de forma tímida no mercado, visto que o novo comandante precisa estar inserido neste contexto. Angioni disse ainda que já tenta caminhar em linha com o que o novo treinador pensa: “O modelo se adapta ao que você entrega. Estou tentando entregar ao treinador algo próximo do que ele deseja. Por isso que não estou indo de cabeça no mercado”.


O Fluminense não negocia com mais ninguém no mercado, mas Leo Percovich, do sub-20, é a opção imediata em caso de insucesso com Diniz. Nesta quinta (13), Angioni encontrará Diniz em Teresópolis, onde a CBF realiza curso para técnicos.


Desde a demissão de Marcelo Oliveira, o presidente Pedro Abad sonhava com a vinda de Roger Machado, nome preferido do mandatário desde que assumiu o clube. Considerado muito caro e no aguardo de possíveis negócios com o futebol do exterior, o ex-palmeirense saiu da pauta.


Com o acerto iminente, Fernando Diniz arruma as malas para retornar a uma casa bem conhecida por ele. Jogador do clube entre 2000 e 2003, o ex-meia fez parte de um time que tinha como destaque nomes como Magno Alves e Roger.